O Diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica, Yukiya Amano, virá ao Brasil na segunda quinzena de março para discutir o suposto apoio brasileiro ao Irã, "que já enriquece urânio a 20% e ameaça chegar a 80%, o que o deixaria às portas da fabricação da bomba atômica".
A posição atual do Brasil é clara: o país defende a negociação com o Irã, tentando fazer uma ponte entre a AIEA. O argumento brasileiro para a defesa do governo de Mahmoud Ahmadinejad é o de que o Irã já mandou uma carta para a AIEA sugerindo um acordo de troca de urânio por combustível, mas a agência não aceitou, o que corresponderia, na visão do Brasil, a uma falta de aticulação da entidade perante o problema.
*Fonte: Folha de S. Paulo - Brasil - 02/03/2010
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